E das voltas que dá o mundo, uma cambalhota não faz nem cócegas…

Exames finais são complicados. Complicados, odiados e de todas as maneiras evitados. Mas quando não dá pra evitar, acontece o que está acontecendo comigo, 24 horas por dia estudando…
Em casa eu estou estudando, no ônibus eu fico relembrando as fórmulas e os exercícios que tenho que decorar, no estágio faço a mesma coisa, andando idem, até no banheiro se duvidar as vezes me pego levando algum livro! Quem mandou não estudar direito durante o ano? =]

Mas passar de uma matéria no exame é algo muito emocionante, é uma adrenalina enorme você sair da prova e não saber se  passou ou não, e ficar esperando sair a correção… E na hora que sai sua nota, que você vê que passou, parece que 234.243 de toneladas saem das suas costas, e você consegue voltar a respirar novamente… Aconteceu isso comigo hoje, achei que tinha reprovado de cálculo II, mas incrivelmente tirei o necessário pra passar!

É algo tão simples, mas me deu tanta alegria! É dessas pequenas alegrias que ganhamos o dia =]

Eu estou numa fase (é com s mesmo!)  em que chego na frente do bebedouro, e olho as duas opções: Natural, ou Gelada. Ai eu penso:
Se eu apertar a natural, cai pinga, se apertar na Gelada, cai cerveja!

Ou seja: Eu mereço uma breja! E aperto a gelada…

Minha cabeça está dando tantas voltas que estou ficando até tonto, mas não, não é por causa de cerveja, aliás, faz um bom tempo que não bebo… Como já disse, quando você pega algum exame com chance de passar, não para de estudar por nada, pelo menos comigo é assim.

E como minha prova é daqui a 4 dias, vou estudar mais um pouco! Depois do exame eu vou conseguir escrever mais…

Obs.: Essa quinta feira teve uma cara de sexta…

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Vamos! Vamos lá! Está na hora de levantar a cabeça, estufar o peito, e dizer:

- Agora fudeu!
E por mais que algumas coisas tenham ido pro beleleu mesmo, também é hora de olhar pra cima, ficar tonto e olhar pra baixo de novo e ver que não foi tudo que se acabou. Ainda tem muitas coisas nessa vida que trazem alegria e felicidade!
Me incomoda essa idéia de que apesar de sempre dizer que sou feliz, eu sempre estou em busca da felicidade, é um pequeno paradoxo que provavelmente faz parte dessa brincadeira que é a vida. Se eu sempre estou feliz, como sei qual é a diferença entre tristeza e felicidade?
Por isso está na hora de dar valor aos momentos de tristeza também! Afinal, se eles não existissem, como saberíamos que fomos felizes?
E o que seria daquele sentimento “era feliz e não sabia” que nos abate em muitos momentos de perplexidade e problemática extrema?
Vamos fazer uma ode a tristeza, vamos idolatrá-la!
Estabelecendo assim mais um paradoxo desse carrosel sem pé nem cabeça em que estamos, afinal, vamos adorar uma coisa que não desejamos, que no máximo desejamos para os nossos desafetos, hehe…
Um novo paradoxo não, porque adoramos muita coisas que odiamos nessa vida.
Na verdade, sinto que não estou criando nada novo, nós já fazemos tudo isso automaticamente desde pequenos. Sempre procuramos um sofrimento maior, pra depois vermos que fomos extremamente felizes, precisamos dessa montanha russa de sentimentos para nos sentirmos vivos!
Precisamos acordar com uma ressaca tremenda, e sofrer um dia inteiro com dor de cabeça, pra nos lembrarmos que a noite passada foi a melhor de nossas vidas! Precisamos reprovar um ano na faculdade pra dar valor a alegria que foi passar no ano anterior!
Precisamos brigar e se afastar de todos que amamos, pra somente assim darmos valor ao que tínhamos.
Precisamos perder alguem muito amado para dar valor aos seus conselhos…
Precisamos ficar doentes, até aprendermos que vale mais a pena prevenir do que remediar!
Precisamos cair, pra depois darmos valor ao levantar.
Precisamos chorar num filme macumbento e cabeça contando a história de alguém que sofreu muito, pra sairmos do cinema amando nossa vida!
Precisamos sofrer, pra dar valor a felicidade…
E depois de sofrer, sofrer, sofrer e sofrer, quem sabe um dia não conseguiremos (ou, que pelo menos eu consiga) entender que se ao invez de ficarmos procurando sofrimento, podiamos procurar fazer os outros felizes… Poderíamos procurar aquelas pessoas que a tempo não conversamos pra botar o papo em dia, poderiamos dar valor aos que nos amam, dar valor a quem não nos ama também, para que passem a nos amar… Poderíamos aprender com os erros dos outros, e não somente com os nossos. Poderíamos amar, amar, rir e curtir a vida com a pessoa que amamos… Poderíamos ter mais paciência, ter mais carinho, bondade, companheirismo, fidelidade, coragem, amor, ternura, compaixão, pureza, felicidade…
Talvez se só pensassemos na felicidade, não seria necessário saber o que é a tristeza. Até poderíamos ficar tristes as vezes, mas seria bem raro, só pra lembrar do quanto é importante ajudar os outros a não ficarem tristes.
Talvez, se aprendessemos a fazer os outros felizes, seríamos um pouco mais felizes também.
Porque eu posso passar minha vida inteira procurando a felicidade, e nunca entender que quando todos que eu amo e estão a minha volta são felizes, eu também serei.

[Batendo a cabeça com: Radiohead - 15 Step]

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E onde está o meu sorriso?

Quando fiz 17 anos (estava entrando no terceiro ano do ensino médio), ganhei no meu aniversário um presente bem simples, mas muito efeitivo: um livrinho de bolso “A arte da paz” de Morihei Ueshiba. São somente algumas citações e frases de Ueshiba, mas fazem um grande efeito! =]

Sempre quando fico meio perdido, sem saber o que fazer ou o que falar, corro pro livrinho e leio um pouco. Não é meu único modo de aliviar a cabeça, nem tampouco o mais usado, mas hoje ele caiu como uma luva pra mim. Estava eu lutando com integrais múltiplas, estudando pro meu querido exame final de cálculo II, quando olho para o lado e vejo quem? O livro de Ueshiba… Como normalmente nesses momentos qualquer coisa pode me distrair, peguei o livro e li algumas frases.

Foi bom, porque distrai minha cabeça e consegui estudar mais um pouco… Mas estudar cálculo cansa muito, e resolvi enrolar mais um pouco e escrever mais um texto pro blog, hehe… Alias, espero que agora nas minhas férias eu consiga realmente escrever todos os dias aqui! Apesar de isso já estar parecendo promessa de político.

Voltando ao assunto do post… Nesse último mês fiquei realmente perdido, quase me matei de tanto estudar (e ainda estou perto disso, meu último exame é dia 3), percebi que algumas coisas não funcionam como agente pensa, e que algumas pessoas podem mudar mais do que agente imagina…

Porque tudo é tão difícil?

Mas isso não importa! O que eu quero é ser feliz! =]

Bom, o papo tá bom, as palavras estão fluindo no meu teclado, mas meu exame é na terça-feira, e eu preciso estudar!

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É difícil acordar… (II)

Aprendi que fazer a diferença é o que importa quando entrei na ordem Demolay. E ser um Demolay é algo que me traz muito orgulho, apesar de estar um pouco afastado nos últimos anos… Foi algo que me trouxe coisas excelentes, amigos, conhecimentos e desejos que vou carregar comigo para sempre.

Mas quando digo “fazer a diferença” não quero dizer que basta ser diferente. Não é simplesmente ser um estranho tosco na multidão, digo “fazer a diferença” buscando um significado mais amplo. Quero dizer que o mais importante é fazer algo que não seja diferente, mas fazer algo de uma forma diferente, de um jeito que ninguém pensou, ou de um jeito que todos conhecem mas não tem liberdade ou coragem pra fazer.

Sempre tentei fazer a diferença. Sempre tentei fazer as coisas de um modo diferente dos outros, e felizmente, muitas vezes consigo.

Ultimamente havia me esquecido do que era isso, do que era sentir-se diferente.

Como disse anteriormente, nessas últimas semanas revivi muitas lembranças das quais havia me esquecido… Relembrei meus medos, meus sonhos (que não existiam) e minhas idéias malucas de adolescente…

E junto com elas veio junto também uma vontade imensa de querer voltar. Voltar a pensar como criança, voltar a achar que posso fazer tudo. Porque apesar de não ser mais uma criança completa, ainda tenho muitas idéias daquela época, ainda quero fazer as mesmas bobeiras, ter as mesmas ilusões… Queria voltar a achar que posso fazer tudo. Na verdade, queria voltar a ter esperanças de que posso fazer tudo.

Já tive épocas em que pensei que matar 2/3 da humanidade fosse solução pra todos os problemas do mundo. Era maldade, mas uma maldade inocente. Logo depois com o falecimento de um grande amigo, percebi que o caminho não era muito bem por aí. Não é destruir a humanidade que vai salvá-la.

O problema é saber se a humanidade precisa de alguma salvação…

E é por isso que as vezes acordo, penso no futuro, tenho medo, e tento voltar a dormir…

É por isso que é difícil acordar…

Já parou pra pensar nisso? Em como será o nosso futuro?

Talvez sim, já parou e pensou que faculdade irá fazer, que profissão irá seguir. Já parou pra pensar em quem será sua esposa ou seu marido. Já parou pra pensar se vai ser rico ou não.

Mas já pensou em como será o nosso futuro?

Já pensou no que a sociedade brasileira irá virar? No que vai acontecer no resto do mundo?
Não é desperdício de tempo, é um daqueles famosos (pelo menos pra mim) exercícios de futurologia…

É bom pensar nisso, porquê nos faz voltar no tempo, e pensar no que devemos fazer. Uma vez uma professora de história me ensinou que é importante estudar o passado para compreender o presente e poder controlar nosso futuro. Quando ela me disse isso eu já havia aprendido que fazer a diferença era o importante, e, ao contrário de meus colegas que ignoraram o conhecimento, fiz o contrário. Passei a absorver tudo que podia com relação a história, geografia e qualquer outra coisa que tivesse relação com o passado. Passei não só a absorver, como a interligar os pedaços, formando uma grandiosa teia com histórias, fatos e pessoas. Não foi a toa que acertei 90% das questões de história e geografia dos 5 vestibulares que fiz.

Mas não aprendi tudo somente para usar no vestibular, já aprendi a importância de tudo isso, e ela está naquela frase que minha professora disse… Posso entender nossa situação atual, e prever o que vai acontecer no futuro (lógico que com uma imensa margem de erro, afinal, não sei de tudo e nunca vou conseguir aprender)…

Posso imaginar um mundo mais velho, sujo, poluido, com uma desigualdade gritante. Posso imaginar um mundo em que os ricos ficam num canto (limpo, despoluido e isolado), enquanto o resto dos bilhões de humanos vivem na miséria, enfrentando todo tipo de desgraças e problemas.

Mas, isso já não acontece???

Nunca consegui entender como as pessoas conseguem viver sabendo que outras passam fome, ou morrem por coisas simples e banais. Até hoje me revolto com isso, e sinto uma enorme dor por ter ficado impune e por ter banalizado as mesmas coisas que me revoltam. Talvez seja mais fácil para mim ignorar tudo que não vejo, ou que não convivo diretamente. Talvez não, com certeza para minha cabeça pequena e fútil é mais fácil ignorar que nesse exato momento tem uma criança africana morrendo de fome ou de AIDS. É mais fácil ignorar do que gastar meus preciosos (e bem alimentados) neurônios, e meus tecidos musculares (bem nutridos idem) para fazer alguma coisa e mudar essa realidade.

E como eu penso, a maioria pensa…

E é por isso que fica mais difícil acordar, e pensar em todas essas coisas…

Mas ao mesmo tempo que acho difícil pensar em todas essas coisas, vem a contrapartida… Fé, esperança e felicidade. Fé em qualquer coisa que eu possa me agarrar em momentos difíceis, esperança de que um dia vou ser a criança que pode mudar o mundo, e felicidade para enfrentar toda a tristeza que tentar tomar conta do meu coração…

E é isso ai, em menos de 4 horas escrevi mais do que em um ano de blog. =]

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É difícil acordar… (I)

As vezes penso em como será nosso futuro.

Esses pensamentos quase sempre vem na hora de acordar, e quanto mais penso em como será nosso futuro, mas eu quero parar de pensar…

É complicado fazer exercícios de futurologia, mas como esses são meus principais passatempos e muitas vezes minhas únicas diversões, passo muito tempo chegando a conclusões q logo esqueço.

Ainda doi saber que provavelmente não vou saber porquê estamos aqui, e qual são os nossos objetivos nesse mundo.

Essas últimas semanas foram extremamente lucrativas pra mim, em termos intelectuais, hehe…

Viajei, conheci novos lugares e novas pessoas, e, como diz o conhecimento popular de agências de turismo, você sempre volta diferente de uma viagem.

Voltando pra Campo Grande, uma paulada de provas, e ai entrei no sentido acadêmico do lucro, estudei muito, mas muito mesmo, como a muito tempo não estudava, e, pela primeira vez esse ano, senti que estava aprendendo alguma coisa nova. Não que o que vi no começo do ano não tenha servido pra nada, mas sim que só agora compreendi que por mais que para mim não faça sentido agora, num futuro próximo vai fazer sentido e vai ser necessário.

Acordei da letargia ouvindo sermão de um professor, depois dele ter ficado não muito contente, porque eu estava dormindo na aula dele… Fazia muito tempo que não ouvia bronca de professor, e tinha me esquecido do quanto eles são importantes. No meu ensino médio era um pentelho, daqueles bem chatos mesmo, mas ficava sempre na minha, não incomodava muito os outros. Mas não prestava muita atenção nas aulas.

Não prestar atenção nas aulas não me prejudicou em nada, pelo contrário, me fazia estudar em casa sozinho, o que, sinceramente, me rendeu mais do que ficar 5 horas por dia ouvindo professores falarem e falarem…

Foi ótimo, porque aprendi a estudar sozinho (e na época não imaginava que na faculdade ia precisar tanto aprender as coisas sozinho =]) e também porque aprendi a dar um valor diferente dos outros ao conhecimento.

Voltando… O sermão do meu professor se resumiu a: Você só fará as coisas se quiser, e se quiser, nada vai te impedir.

Tinha me esquecido disso, tinha realmente esquecido disso… Voltei da viagem pronto para aprender, porque agora eu tinha vontade, e eu realmente queria aprender.

E foi o que aconteceu, me esforcei um pouquinho, só um pouco a mais, e fui bem em todas as provas… O esforço não fez a diferença, o que realmente mudou foi minha cabeça e o desejo de aprender.

E o que importa realmente, é fazer a diferença..

Inaugurando o alfalse do wordpress.. =]

Continuo depois..

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Opa! Dando uma ajudinha pro br-linux =]

Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
…e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB – além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o WordPress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, …) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as regras da promoção no BR-Linux e ajude a divulgar – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao WordPress.

É isso ae galera!

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E assim caminha a humanidade…

Hoje eu acordei me perguntando o que deveria fazer para melhorar minha vida…
Sabe qual foi minha resposta?
Nada…
Não preciso melhorar minha vida, já sou muito feliz com ela.
Sabemos quando precisamos mudar, ao perceber que não estamos mais felizes. Mas será que sempre precisamos mudar quando estamos infelizes?
Mudamos atitudes, desejos, vontades, sonhos, pesadelos, amizades e amores.. Procuramos esquecer o passado, ignoramos o presente e planejamos um futuro perfeito, porque ai sim, tudo vai ser perfeito!
Esquecemos o passado e junto todos os nossos erros e acertos..
Ignoramos o presente e junto ignoramos as possibilidades de fazer tudo novamente, mas dessa vez fazendo certo.
Planejamos um futuro e nos alimentamos dessas esperanças, até um dia que percebemos que nada do que sonhamos no passado se realizou. Ai vemos que ignoramos nossas possibilidades e chegamos num futuro onde não sabemos mais nada.

E ai então resolvemos mudar.. Esquecemos o passado, ignoramos o presente, e sonhamos novamente com um futuro diferente…

E assim caminha a humanidade…

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porque?

As vezes me pergunto porque as coisas tem que ser tão dificeis pra todo mundo…
É uma resposta complicada, não? Algo parecido com as perguntas fundamentais, aquelas que qualquer ser vivo com um mínimo de cérebro já teve em algum ponto da vida. De onde viemos? Porque estamos aqui? E por ai vai…

São questôes tão complexas… tão difíceis de se compreender e de explicar, que muitos se negam a acreditar que elas existem. É natural do ser humano negar as coisas as quais ele não consegue responder.

Assim como é normal complicar as coisas…

Talvez o “porque” tenha sido a maior invenção linguística da humanidade. Depois dele as pessoas começaram a se perguntar: “porque a árvore é verde?”, “porque sangro quando algo me fere?”, “porque as rosquinhas tem um furo no meio?”; E quanto mais perguntavam, mais dúvidas tinham.

Pelo menos algumas dúvidas são fáceis de resolver… A árvore é verde por causa do pigmento clorofila; O sangue tem que ser líquido para permitir a circulação, por isso escorre; E as rosquinhas… bem, as rosquinhas e seus furos são uma das questões que ninguém sabe o porque mesmo.

E de tantas questões, porque (olha o porque de novo) não juntamos as mais parecidas? De categoria em categoria, de resumo em resumo, chegamos na fundamental: Porque estamos aqui?

E suas variações e/ou extensões: De onde viemos? Porque tudo é tão difícil?

As ciências conseguiram explicar muita coisa, as religiôes explicaram o resto.

E mesmo com todas as teorias, hipóteses e explicações litúrgicas possíveis, ainda não sabemos porque estamos aqui.

Acreditem no que quiser, creiam no que acharem melhor. É isso que nossa sociedade nos diz.

Mas o que seu eu diz? O que você sente dentro de você?

Até isso é difícil de responder…

Mas sabe no que eu acredito? Que as coisas são difíceis por apenas um motivo: Nós queremos que elas sejam assim.

Se não fosse da nossa vontade, não seria. Nós subestimamos nossos próprios poderes de mudar. Achamos que nunca vamos conseguir fazer algo, sempre temos que achar impecilhos. Nunca podemos ser felizes, porque sempre falta alguma coisa. Nós somos capazes de sentirmos solidão em meio a uma multidão, por causa da falta de uma pessoa. Começamos guerras por motivos tão importantes, que se tivessem acontecido em outra época seriam considerados cômicos. Sofremos, choramos, gritamos. Damos risada. Vivemos nossa vida complicando tudo que seja possível. Só para podermos sobreviver e sentir aquele gostinho de heroísmo a cada dia que chega ao fim.

Gostamos de ser assim. E nos sentimos melhores a cada pergunta respondida, a cada “porque” que matamos em nossas mentes.

Só esquecemos do quanto cruel essa atitude pode ser. Nos magoamos, nos ferimos. Nosso espírito é calejado de tantas coisas que complicamos demais e não conseguimos resolver depois.

Mas ferir a si mesmo não é o grande problema. Nos esquecemos que não vivemos só nesse mundo. Esquecemos que para cada complicação que criamos, levamos algumas pessoas junto. E muitas dessas não conseguem sair tão fácil. E se já não bastasse nossas próprias mágoas, temos que viver com as dos outros.

E o que era para nos fortalecer, nos corroi.

Porque tudo tem que ser tão difícil?

Já não me importo mais em me sentir forte. Me sentir herói. Não me importo mais com perguntas, com porques impossíveis de responder.

A única coisa que quero,

É ser feliz.

[Batendo a cabeça com: Los Hermanos - O Pouco Que Sobrou (Ao Vivo no Cine Íris)]

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canção para uma valsa lenta

por mário quintana

   minha vida não foi um romance…
   nunca tive até hoje um segredo.
   se me amas, não digas, que morro
   de surpresa… de encanto… de medo…

   minha vida não foi um romance…
   minha vida passou por passar.
   se não amas, não finjas, que vivo
   esperando um amor para amar.

   minha vida não foi um romance…
   pobre vida… passou sem enredo…
   glória a ti que me enches a vida
   de surpresa, de encanto, de medo!

   minha vida não foi um romance…
   ai de mim… jã se ia acabar!
   pobre vida que toda depende
   de um sorriso… de um gesto… um olhar…

ié pessoal… mas um aninho se foi, mais um natal pra comemorar.

depois não quero ouvir ninguém dizer que a vida não funciona em ciclos =]

que 2007, ano ímpar, seja excelente pra todo mundo!

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e as voltas dão o mundo

já pensou em quantas voltas o planeta da por minuto? não só voltas rotacionais, mas guinadas, (re)voltas, cambalhotas e até diria, brecadas?
havia pensado nisso uns tempos atrás, mas como a maioria dos meus pensamentos, esqueci depois. Talvez seja uma mecanismo de auto-proteção, pois penso em tantas coisas que poderia muito bem ficar maluco depois de um tempinho acumulando doideiras. Mas eu sou assim mesmo. E estou vivendo! =]

agora to xique aqui em casa, instalei o windows xp! euaheuahueahuehaea uma versão menor, mais leve, mais rapida e principalmente, sem problemas de seriais. =]

mas meu sonho ainda é conseguir mais espaço no hd para instalar o kurumin de vez e não depender mais de cd…

e é isso ai… tudo na paz comigo!

[batendo a cabeça com: System Of A Down - Question!]

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